7 competências que o mercado espera dos profissionais de Segurança da Informação

Para lidar com a escassez de talentos em tecnologia, em especial na área de segurança da informação, algumas empresas do setor investem no financiamento de ações que aprimoram o conhecimento dos profissionais da área, complementando as habilidades adquiridas nas Universidades. De acordo com levantamento realizado pela Arcon, apesar do conhecimento técnico necessário para assumir as posições, que requerem altos níveis de especialização, algumas competências não estão ligadas à tecnologia em si.

A mudança de perfil do profissional de segurança nos últimos anos é certa. Hoje o mercado tem buscado pessoas que tenham uma visão mais global dos negócios e que não estejam tão focadas no ‘tecniquês’, por isso habilidades como português, raciocínio lógico e inglês têm recebido um peso maior nos processos seletivos da área. Para os candidatos que esperam ter sucesso nas seleções, elenco a seguir algumas das principais competências esperadas pelos recrutadores deste mercado.

Ética: premissa de qualquer profissão, a ética deve estar ainda mais presente entre aqueles que querem seguir a carreira em segurança da informação ou que já atuam na área. Os profissionais que trabalham no segmento acabam firmando um compromisso com a proteção de informações relevantes para os negócios, que geralmente são restritas e sensíveis.

Proatividade: outro princípio do mercado de segurança está na identificação de um problema e em seu tratamento. Para ser considerado um bom profissional na área, não basta apenas encontrar falhas. Tratar o problema e demonstrar proatividade para resolvê-lo é imprescindível, já que encontrar a falha não significa que a questão está resolvida. Além disso, é importante tentar agir no menor tempo possível. A rapidez com que uma companhia reconhece, analisa e responde um incidente pode limitar os danos e diminuir os custos de recuperação.

 7 competências que o mercado espera dos profissionais de Segurança da InformaçãoAbertura para a troca de conhecimento: o mercado de tecnologia como um todo é muito dinâmico e com a segurança da informação não é diferente. A troca de conhecimento enriquece muito o trabalho prático destes profissionais que lidam diariamente com a sofisticação das táticas e tecnologias utilizadas pelos cibercriminosos. Por isso, entre as habilidades comportamentais que favorecem os candidatos, a facilidade de trabalhar em equipe é uma das mais valorizadas.

Visão global dos negócios: aqueles que demonstram preparo para discutir um planejamento de Segurança da Informação com viés de negócios, além do “tecniquês”, com certeza também estarão a frente dos seus concorrentes. É necessário ter a base técnica, mas uma sólida visão de gestão de negócio tem sido muito bem vista pelo mercado. Além disso, demonstrar conhecimento no atendimento interno e externo ao cliente é outra competência que também agrega nas disputas de vagas no segmento.

Aprendizado de normas e procedimentos de determinadas áreas: dependendo do mercado no qual o profissional de segurança vai atuar, a empresa precisa atender a determinados padrões de segurança orientados por normas e/ou regulamentações. Se o candidato se mantém antenado sobre as melhores práticas, tais como ISO 27000 e suas derivações – COBIT, ITIL, COSO, práticas de segurança que regulam o segmento Financeiro, Telecomunicações etc. – já está um passo a frente da concorrência.

Atualização contínua: buscar continuamente atualização e novos conhecimentos também torna-se essencial para aqueles que vão ingressar na profissão. A formação em segurança não segue um padrão; as Universidades ajudam a organizar o tema, mas os cursos ainda são muito superficiais. Neste caso, o conhecimento mais profundo é adquirido na prática e na busca constante pela atualização das informações.

Relacionamento interpessoal: o profissional que demonstra preparo ou interesse em se relacionar com o negócio e com toda a comunidade da empresa também já está em destaque e pode vir a se tornar um líder na área. Para encantar em uma entrevista ou no decorrer da carreira, não basta se fechar nas competências técnicas. Ter habilidade para realizar uma boa apresentação e redigir documentos, por exemplo, também contam a favor nas posições de liderança e na profissão em si.

De acordo com o Relatório Anual de Segurança da Cisco, o déficit mundial de profissionais de segurança qualificados é de quase 1 milhão, fato que, no ano de 2013, gerou impactos na capacidade das empresas de monitorar e garantir a segurança das redes. Ao contrário, as vulnerabilidades e ameaças atingiram, a nível global, os seus mais altos níveis desde o ano 2000.

Fonte: TI Especialistas

Bill Gates convoca bibliotecários para programa de formação de líderes inovadores

Bill e Melinda Gates selecionarão bibliotecários para programa internacional (Foto: Divulgação)

 

Com o objetivo de construir redes de líderes de bibliotecas, equipados com habilidades e experiência no desenvolvimento de serviços à comunidade inovadora, a Fundação Bill & Melinda Gates está com inscrições abertas para o programa International Network of Emerging Library Innovators (INELI).

Os participantes selecionados serão aqueles que atuam somente em bibliotecas públicas. Eles receberão formação especializada através de uma plataforma virtual em matérias como gestão e adaptação à mudança, inovação e liderança, além de um suporte para o desenvolvimento e implementação de projetos em bibliotecas.

O primeiro encontro será realizado em junho deste ano em Madrid, na Espanha, enquanto o segundo está previsto para os meses de março, abril ou maio de 2016, em Bogotá, na Colômbia. As inscrições deverão ser feitas até o dia 22 de abril de 2015 por meio do envio de uma carta de solicitação, conforme modelo no edital, para o email ineli@cerlalc.org.

Como obter sucesso em Projetos Extremos?

Figura - Como obter sucesso em Projetos Extremos?Um bom plano e um escopo de trabalho bem definidos é algo sempre bom de termos antes de iniciarmos um novo projeto. Uma definição clara do produto final a ser alcançado também. Infelizmente esta não é a realidade hoje e duvido que tenha sido algum dia, apesar das ilusões sobre o tema. O fato é que a tecnologia e a velocidade com que as prioridades mudam nos trouxe uma realidade angustiante onde não conseguimos nem mesmo definir o que queremos no final de uma jornada que chamamos de projeto. Ou melhor, definimos sim, mas redefinimos o tempo todo e por vezes nem nos damos conta disso. O caso é mais grave quando tratamos de projetos extremos ou projetos muito complexos, multibilionários e com dúzias de interessados (os chamados stakeholders) com opiniões e agendas contraditórias. Nestes casos escopo, orçamento e plano serão mudados constantemente.

O problema é aceitarmos isso. Entendermos isso. Admitirmos que este é o jogo e estas são as regras ao invés de ficarmos fingindo que será diferente. Portanto, Como obter sucesso em Projetos Extremos? é uma tentativa de organizar as ideias é ações que já deram certo em projetos altamente complexos e, quem sabe, ajudar o leitor a entender como, em alguns casos, apesar de tudo parecer estar dando errado, no final, dá certo.

Um bom começo

Se você trabalha com métodos ágeis para gerenciamento de processos e projetos, o seu time está motivado e tem poder para tomada de decisão, profundo conhecimento de planejamento, riscos e especialistas no assunto em questão já será um bom começo. Mas ao enfrentar um projeto extremo, com diversos atores, multifatores influenciadores e alta complexidade os ingredientes acima serão apenas isso: bons ingredientes. Mas para completar o preparo deste ‘banquete’ você precisará de muito mais do que bons ingredientes.

Então, o que estaria faltando?

Abordagem Dinâmica

Em projetos altamente complexos, multibilionários em com muita coisa em jogo a mudança constante será a regra do jogo. E mais, a tomada de decisão será difícil e postergada até ser quase tarde demais, o que acarretará mudanças de planejamento e revisões de escopo intermináveis. Se você tentar utilizar um método tradicional de gerenciamento de projeto produzirá uma série de relatórios e produtos que nascerão obsoletos. Jornal velho de notícia errada, porque nesses casos, como diria um velho político brasileiro referindo-se ao nosso país, nem o passado é certo.

A Abordagem Dinâmica (nome autoexplicativo apenas para dar um nome para este método de abordar situações complexas) consiste em três estratégias essenciais para estes casos. Não são as únicas, mas são essenciais: Capacidade Adaptativa, Comunicação e Transparência e ter as Pessoas Certas. Nos próximos parágrafos tento explicar um pouco o que quero dizer com cada uma destas estratégias essenciais.

Capacidade Adaptativa

Assim como a areia no deserto, os negócios e os projetos estão em constante mudança. Principalmente os complexos como vimos acima. O grande desafio hoje é a capacidade de mudar de forma ágil e eficaz. Fazer as transformações necessárias em tempo, tomar as decisões certas rapidamente. Eu sei, é mais fácil falar do que fazer. Por isso você precisa ter um método, um sistema de trabalho que já esteja preparado para a mudança, de forma constante e consistente. Isso é o que chamamos aqui de Capacidade Adaptativa.

Métodos ágeis para gerenciamento de projetos, ferramentas colaborativas e integradas, time com mente aberta para mudanças são cruciais nesta nova forma de abordar as coisas no ambiente de trabalho. Não há espaço para retrabalho ou ineficácia. Ineficiência pode até ser necessária, mas a ineficácia não será perdoada. Você precisa estar preparado para a mudança constante antes que ela seja imperativa.

Mas como assim a ineficiência será, talvez, necessária? Isso vai contra o que aprendemos nas escolas de negócio. Fazer mais com menos, essas coisas – diria o leitor mais atento. Pois bem, o fato é que vivemos em um mundo exageradamente otimizado onde o eficiência financeira seja, talvez, o principal direcionador das grandes decisões, inclusive nos projetos mais complexos. E não só acreditamos que o nosso escopo está bem definidos e que as mudanças serão apenas cosméticas ou de menor impacto, como esquecemos do acaso, ignoramos riscos porque não sabemos muito bem lidar com eles. Ineficiência, neste caso, é margem de manobra financeira. Contingência, se você preferir uma palavra mais, digamos, corporativamente correta. Só não confunda este pecado da gestão com o conhecido coeficiente de medo porque este pode inviabilizar projetos, mas é assunto para outro artigo.

Comunicação e Transparência

Manter todos informados e atualizados com as questões mais relevantes, usando canais apropriados e apresentando os resultados nos prazos certos é um constante desafio em projetos altamente complexos e dinâmicos. Para não parecer notícia de jornal velho é preciso agilidade. Para não perder oportunidades de tomada de decisão em tempo de fazer a diferença é preciso antecipar-se aos problemas. Para que riscos sérios e com grande potencial de danos sejam tratados e resolvidos em tempo hábil é preciso que sejam identificados, comunicados com transparência e para os públicos certos, no tempo certo e no formato certo.

Comunicação é o coração de qualquer projeto. E quanto mais complexo, mais extremo, mais importante esta disciplina se torna. E a transparência deve ser uma política da empresa ou do projeto. A máxima de que informação é poder pode acabar com um projeto. A falta da comunicação está na raiz da grande maioria dos grandes fracassos. Em grandes projetos a transparência é irmã da credibilidade e esta fará a diferença na hora que você precisar levar um alerta crucial para uma tomada de decisão e/ou mudança de rumo.

Aqui uma ferramenta de gestão, eficaz, flexível, dinâmica e de fácil uso é fundamental para o sucesso desta estratégia. Com a ferramenta certa em mãos você mantém todos informados, toma decisões rápidas, acompanha as mudanças e mantém o controle de todos os aspectos necessários para o sucesso do projeto. O fácil uso e a flexibilidade são fundamentais para que seja efetivamente uma ferramenta de trabalho e não mais um sistema de monitoramento do trabalho dos outros que ninguém usa direito e acaba não servindo para nada.

As Pessoas Certas

Aqui é importante deixar claro uma coisa: você não precisa das melhores pessoas. Você precisa das pessoas certas. Você não precisa apenas, como gostam de dizer os mestres da administração, fazer as coisas certas e fazer certo as coisas. Você precisa fazer isso tudo com as pessoas certas. E quem são as pessoas certas? São aquelas que acreditam em você e nos seus objetivos. Acreditam no projeto e nos resultados esperados deste. Pessoas que compartilham a sua visão e estão dispostas a irem além do que acham que são capazes. Pessoas dispostas a crescer com você.

Quando fala-se em pessoas hoje em dia, muitas vezes ouço frases como: – preciso definir o conjunto de skills certos para este projeto. Eu não acredito em skills ou seja lá qual for a tradução para o português desta palavra. Eu acredito em pessoas. E não importa que não sejam as melhores. Se acreditarem em você e no projeto serão as melhores para o projeto. É fundamental também aqui entender o perfil comportamental de cada um. Porque no dia-a-dia são pessoas lidando com pessoas. E elas precisam conviver bem. E orquestrar isso em um projeto complexo é o principal papel de um líder. É onde ele ganha ou perde. Se você tem isso, essa mistura, você é um líder ou tem no seu time um líder e este é um passo fundamental para vencer as incertezas que virão, e não serão poucas.

Muitas vezes esquecemos que, assim como nós, cada um no time tem um passado e problemas pessoais que não fazemos a menor ideia. Não sabemos se a analista júnior chegou ao trabalho depois de brigar com irmão, pai, mãe ou namorado. Não sabemos se tem algum medo, insegurança ou trauma que a impede de se expressar melhor. Colocar-se no lugar do outro é o primeiro passo para transformar um grupo em um time. O nome disso é empatia. Se você tem as pessoas certas no seu projeto elas terão um grau elevado de empatia.

Sucesso?

O sucesso, aqui como sendo o atingimento dos resultados esperados e compartilhados pelo time, de forma constante e em projetos extremos só é possível com um grupo de pessoas apaixonadas pelo que fazem. Ela traz a persistência diante dos constantes erros, fracassos, mudanças de rumo e outros percalços que acompanham qualquer sucesso. Ela é que mantém as pessoas buscando crescer e expandir suas habilidades porque acreditam que estão envolvidas em algo maior do que elas mesmas.

Os erros e problemas serão companhia constante. E, quando acontecerem, entra em cena o líder que precisa lembrar do seguinte:

  • Não tente descobrir a solução, as pessoas do seu time sabem o que deu errado;
  • Elas também sabem o que precisa ser mudado;
  • E mais, sabem como mudar.

Portanto, o seu papel como líder é:

  • Manter-se atento e escutar as pessoas certas;
  • Tomar as decisões adequadas para mudar o rumo ou influenciar quem pode tomar estas decisões;
  • Abrir o caminho, principalmente, evitando que outros atrapalhem aqueles que sabem o que precisa ser feito.

Para chegar ao fim de um Projeto Extremo é preciso saber relevar, ouvir e, como um pai na educação do filho, saber ser firme, porém gentil; e, principalmente, apreciar a jornada porque será longa e cansativa, mas recompensadora. Por que projetos fracassam? Atrasam, ficam mais caros, não terminam e por que, quando ninguém acredita que dará certo, de repente tudo acaba bem? Talvez porque tudo o que está escrito acima, apesar dos milhares de livros e institutos que pesquisam o tema, ainda é mais arte do que ciência e na arte duas coisas fazem diferença: convicção e paixão.

Oportunidade – Vaga para Estagiário de Psicologia

Estagio de Psicologia, atuar em recrutamento e seleção e treinamento, por 6 horas de segunda a sexta.

Necessário: Cursando 5º período de psicologia, conhecimento em pacote office (Excel e Word e PowerPonit)
Desejável: pessoa dinâmica, com iniciativa e organizada.
Oferecemos: Bolsa Estágio + Vale Refeição + Vale Transporte

Interessados enviar currículo para: recrutamento@documentar.com.br

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Cultura do Design é incorporada ao corpo diretivo de grandes organizações

O conciliar aspectos técnicos, financeiros e emocionais, metodologias usadas no Design passam a ser valorizadas como estratégicas por grandes empresas; No Brasil, Alpargatas e Positivo Informática são pioneiras no assunto.

Já muito falado no mundo dos negócios, o Design Thinking, ou a forma de pensar do designer incorporada à estratégia de negócios, vem sendo valorizada por ter como objetivo a solução de problemas orientada para a inovação. Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com gestores de Design Thinking ao redor do mundo – alguns brasileiros – mostrou que cerca de 80% deles percebeu que as empresas geraram soluções mais criativas e mais ágeis quando passaram a usar o método. O mesmo estudo mostrou também as vantagens nos resultados financeiros: mais de 70% dos gestores entrevistados pela pesquisa perceberam melhora nas finanças das empresas.

Cultura do Design é incorporada ao corpo diretivo de grandes organizaçõesO uso da mentalidade do Design aplicada à estratégia de negócios começou a ser discutido globalmente em 2006, durante o Fórum Econômico Mundial, e passou a ser reconhecido como valor especialmente durante a crise financeira de 2008 – quando o modelo econômico rígido adotado até então começou a parecer insustentável em um mundo global e complexo. Google e Apple passaram a ser referências de empresas altamente lucrativas e inovadoras que administram seus negócios com designers e a cultura do design passou a ser incorporada no corpo diretivo de grandes organizações.

No Brasil, o termo parece ganhar força maior agora, frente à contínua desaceleração da economia que coloca os empresários na posição de repensar muitos de seus processos. Muitas das principais escolas de negócios do país lançaram seus cursos de Design Thinking em 2014 e a busca por serviços de consultoria e treinamentos para a educação corporativa aumentou consideravelmente. Para a especialista em Design Thinking e uma das precursoras do método no Brasil, Denise Eler, a crise financeira de 2008 levou as escolas de negócios a reconhecerem que o pensamento industrial deixou de produzir resultados esperados. “Tomar decisões baseando-se em dados puramente quantitativos e tendências de mercado tem se tornado uma prática cada vez mais perigosa à medida que os cenários mudam antes mesmo de serem compreendidos”, avalia.

Segundo ela, a empatia, ou seja, colocar-se no lugar do outro e das suas interações com o ambiente, e a prototipação, que é produzir uma versão física de um produto antes dele ser fabricado, são alguns dos passos desse processo que tem como ideal unir os dois lados do cérebro para pensar: ora de forma analítica, ora de forma sintética. Isso significa, portanto, colocar como prioridade o resultado para o consumidor final, sem perder a viabilidade operacional e o retorno financeiro de cada ação.

Nesse contexto, a cultura de trabalho focada exclusivamente em desempenho e resultado passa a ser revista por restringir a capacidade dos colaboradores de experimentar caminhos diferentes e, principalmente, de errar – o que, segundo a especialista, é um dos principais aprendizados a serem valorizados por empresas que buscam adotar o Design Thinking como ferramenta estratégica. Isso porque um bom desempenho deixou de ser suficiente para resolver problemas tão variáveis e complexos – sejam dos produtos ou dos clientes.

Currículo e redes sociais

Texto: José Luiz Braga

Li recentemente uma postagem no LinkedIn, falando sobre um início de predominância do perfil no LinkedIn sobre os currículos tradicionais. O LinkedIn foi lançado oficialmente em 2003, como uma rede de negócios, com o objetivo específico de permitir contatos profissionais, desenvolvimento de parcerias e colaborações, possiveis propostas de trabalho ou emprego, etc. A postagem se referia à importância cada vez maior de ter um perfil profissional bem desenhado e atualizado no LinkedIn ou outra rede profissional que permita acesso público, o que tem maior impacto hoje do que um currículo tradicional. Estou me referindo ao LinkedIn porque é o sistema mais usado, mais conhecido e mais divulgado no mundo todo.

Passei a observar os perfis na minha rede, que não é das menores, mais de 800 links importantes. Principalmente para os colegas da área acadêmica, professores ou pesquisadores, a maioria dos perfis que vejo por lá são muito ruins, sem foto, a impressão que dá é a de que a academia tem vergonha de mostrar sua cara e se expor para contatos fora da academia. Talvez também por estarmos acostumados com um modelo de curriculo profissional voltado para a avaliação acadêmica, o Lattes, com formato pré-determinado e dando mais visibilidade a informações que, infelizmente, são as mais valorizadas do ponto de vista de avaliação acadêmica. Publicações, publicações e mais publicações é o que interessa no final da linha. No Lattes, a pergunta “quem é você?” é respondida com o volume e qualidade das publicações que você tem e dos projetos com financiamento oficial que você tenha desenvolvido. O resto é mais ou menos acessório, com importância menor.

No caso de nossos alunos, é pior ainda. Os perfis LinkedIn são curtos, experiências mal exploradas, fotos com camiseta ou sem camisa, na praia, no estádio de futebol torcendo por seu time predileto, etc. Estamos falando de perfil profissional, portanto, tudo tem que ser profissional, começando pela foto que necessariamente tem que ser mais formal. O relato da experiência tem que ser curto, bem descrito, focando no que de fato é mais importante. Não adianta escrever lá “Gerente de Projetos desde 1935.”, o que interessa é saber também quais ou que tipo de projetos você já gerenciou comprovadamente, o que vale é a medida da sua experiência. Claro, suas publicações também são importantes, mas aqui o balanceamento é bem diferente daquele do Lattes. O perfil é muito mais importante que as publicações puramente acadêmicas, é mais geral e mais abrangente. Certo, um recém-formado não tem muito o que acrescentar no perfil, mas é o momento certo de estabelecer um objetivo profissional, e fazer um desenho adequado do seu perfil, e ir preenchendo aos poucos, valorizando sua experiência profissional. Você não desenvolveu um projeto de finalização do seu curso? Não fez iniciação científica? Não foi estagiário e desenvolveu algum sistema durante o estágio? Não ganhou experiência extra-academia com linguagens, sistemas, ambientes de desenvolvimento? Morou algum tempo fora do país e tem fluência em línguas? Escreveu algum livro? Tem um blog? Toca em alguma banda? É compositor com música divulgada? Poeta? Escritor? e vamos por ai afora…

Afinal, quem é você profissionalmente? A resposta, cada vez mais forte: olha o meu perfil no LinkedIn (ou outra rede profissional).

Artigo postado originalmente em zeluisbraga.wordpress.com

Presidente da Forno de Minas promove novos investimentos e nova linha de produtos​

Nesta última terça-feira, dia 17 de março, nossa Diretora Rosália Paraíso participou da palestra ministrada pelo Presidente da Forno de Minas S.A., Helder Mendonça​, organizada pela ADCE (Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa). Nessa palestra, foi anunciando o lançamento de duas novas linhas de produtos da empresa chamadas “Rustí” e “Batatinha Quando Assa” sendo a última em formato Kids.
Durante o almoço palestra, Hélder Mendonça também contou a trajetória da empresa, um verdadeiro case de sucesso. Ao lado da mãe Dalva e da irmã Hélida, a empresa, que completa 25 anos, tem como estratégia, ampliar suas vendas para o Oriente Médio, já que a empresa tem a certificação Halal (para mercados islâmicos). Como um bom mineiro, o palestrante foi discreto e não falou em valores em se tratando da recompra da empresa – que tinha sido passada para as mãos da multinacional Pillsbury- comprada pouco tempo depois pela também americana General Mills. Mendonça ressaltou a força da matriarca e dona da receita dos tradicionais pães de queijo, Dalva Mendonça, que o incentivou a comprar novamente a fábrica. A empresa que surgiu durante a crise da era Collor foi vendida para a multinacional. Ao comprar de volta o negócio, em 2009, após 10 anos nas mãos dos americanos, a família reergueu a marca, recontratou funcionários demitidos e tem agora novo desafio em função do período de crise no país. O conselho de Hélder Mendonça é “motivação acima de tudo”. O empresário destaca que não há glamour na história da empresa e sim muito trabalho.
Saiba mais sobre o evento acessando o site da ADCE: www.adcemg.org.br

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Foto (direita para esquerda): Hélida Mendonça, Helder Mendonça, Rosália Paraíso, Dalva Mendonça, Sérgio Frade e Maria Flávia Máximo.

Microsoft abre inscrições para uma iniciativa que visa aproximar os estudantes de T.I. para o mercado de trabalho

O Programa Student to Business (S2B) é uma iniciativa da Microsoft e do Microsoft Innovation Center PUC Minas em parceria com empresas da região cujo objetivo é possibilitar que estudantes desenvolvam suas competências e habilidades em áreas específicas de TI, aproximando-os do mercado de trabalho. O programa é gratuito e aberto a todos os alunos da rede do ensino médio, técnico e de graduação.

Os alunos participantes tem a oportunidade de aprender a utilizar ferramentas de tecnologia Microsoft e desenvolver um projeto, além de formar uma nova rede de relacionamentos com novos colegas, professores e profissionais da área.

O Programa Microsoft Students to Business capacitou, até o momento mais de 100 mil estudantes em todo o Brasil, dos quais mais de 10.000 profissionais foram incorporados imediatamente no mercado de trabalho durante a feira de empregos.

Para se inscrever, o aluno deve acessar student2business.azurewebsites.net, as inscrições estarão abertas até o dia 29/03 e a divulgação dos classificados será realizada no dia 14/04.

Para mais informações:

Microsoft Innovation Center PUC Minas

Rua Walter Ianni, 255 – São Gabriel (Prédio E, sala 103) Site: www.micbh.com.br

Tel.: (31) 3439-5217 E-mail: mic@pucminas.br

 

Programação

 1ª. Etapa – Abertura 23/04, quinta-feira

Local/Horário: Teatro PUC São Gabriel, Rua Walter Ianni, 255- São Gabriel, às 13:30.

Descrição: Palestra sobre o mercado e carreira de TI, apresentação do programa e trilhas (Desenvolvimento e Infraestrutura), realização de provas classificatórias e eliminatórias para a 2ª etapa.

2ª. Etapa – Treinamento – 04/05 a 18/05

Local/Horário: Laboratório de Informática, PUC São Gabriel, 13:30 às 17:30.

Descrição: Aulas teóricas da trilha escolhida, desenvolvimento de aspectos como liderança, trabalho em equipe, comunicação e iniciativa, realização de provas classificatórias e eliminatórias para a 3ª etapa.

3ª. Etapa – Elaboração de Projetos – 25/05 a 05/06

Local/Horário: Laboratório de Informática, PUC São Gabriel, 13:30 às 17:30.

Descrição: Os alunos classificados deverão elaborar projetos e executar as habilidades e competências desenvolvidas. Realização de prova inglês e apresentação dos projetos e avaliação da banca. Alunos que tiverem os projetos aprovados participam da cerimônia de formatura e recebem certificado.

Formatura – 18/06

Local/Horário: Teatro PUC São Gabriel, às 13:30.

Descrição: Cerimonial de formatura, no qual a coordenação, instrutores e representantes da Microsoft discursam sobre o programa. Premiação dos melhores alunos e entrega de certificados. Após o evento de formatura, acontece a “Feira de empregos”, nesse momento as empresas poderão entrevistar, em salas reservadas os alunos do programa S2B. Realização de coffee break.

Ententa como aplicar inovação na TI em cinco passos

Fonte: computerworld.com.br

Veja por onde começar a desenvolver projetos inovadores de modo a conquistar a adesão de suas equipes

Conhecimento é a matéria-prima da inovação. Quando identifica-se uma oportunidade ou um desafio, tudo o que aprendemos, incluindo nossa experiência cultural, ajuda a criar uma solução. Desde o que aprendemos na escola, até os costumes da comunidade em que vivemos, tudo serve para moldar essas reações, mas raramente essa base é gerenciada de maneira adequada pelas companhias nas quais atuamos.

Prova disso está no fato de que grande parte das empresas armazena suas informações mais estratégicas e críticas nas mãos (ou na mente) de seus executivos, sem documentá-las oficialmente. Assim, não é de espantar que muitas companhias, hoje, estejam extremamente preocupadas com os processos de sucessão de seus altos executivos, principais detentores de informações corporativas.

Com a intenção de resolver tal problema, as organizações têm investido na capacitação de seus funcionários. A iniciativa é louvável, certamente, mas ignora o principal ponto fraco das empresas: os modelos de documentação, armazenamento e acesso aos dados importantes. De nada adianta trazer conhecimento externo para a companhia se essas informações também ficarão concentradas apenas na mente de poucos.

O cenário descrito explica o motivo pelo qual as organizações ainda sofrem na busca pela inovação. O modelo de tratamento do conhecimento dentro das companhias precisa mudar, com o intuito de que os colaboradores tenham acesso às informações realmente importantes a suas rotinas. Só assim poderão unir esses dados a suas bagagens culturais e, então, desenvolver ações realmente inovadoras.

Remover, de fato, as barreiras ao conhecimento é a chave para o sucesso das políticas de inovação. Todos colaboradores devem acessar as mesmas informações e discutir como cada um as interpreta. Só assim é possível criar algo novo.

Vale ressaltar que o simples bombardeio das pessoas com dados não representa um avanço. É preciso garantir a qualidade do conhecimento disponibilizado e sua adequação à realidade da companhia.

Como sair da teoria e alcançar a prática
Na realidade, são poucas as atividades práticas para implementar ações e projetos inovadores nas companhias. Consideradas complicadas ou, no mínimo, trabalhosas, as iniciativas que têm como objetivo esse estímulo ao pensamento inovador assustam gestores e, por isso, acabam deixadas de lado.

Na maioria dos casos, embora concordem e conheçam os benefícios proporcionados pelo estímulo a ações inovadoras, os líderes não sabem ao certo “por onde começar” a desenvolver esses projetos de modo a conquistar a adesão de suas equipes.

Para nortear esse caminho rumo à inovação, seguem algumas dicas apontadas por executivos que lideraram projetos de sucesso:

1. Comece devagar: identifique o objetivo final do projeto e elabore as etapas que deverão ser percorridas para alcançá-lo. Então, fixe a próxima fase como meta para a equipe que trabalhará na iniciativa. Essa atitude fará com que o time fique mais motivado, na medida em que enxergar o propósito de suas ações de forma mais imediata;

2. Incorpore o exercício de inovar à rotina: passe a olhar todos os aspectos de sua vida de forma mais questionadora, pensando em maneiras de melhorar as questões do próprio dia a dia. Assim o conceito de inovação começará a ser desmistificado;

3. Use o que tem: não desperdice dados que a empresa detém sobre clientes, produtos, processos e projetos. Todas as informações são fontes de ideias;

4. Foque no valor agregado: toda ação tem como objetivo levar valor ao consumidor e à companhia. Por isso, essa premissa não pode ser esquecida em nenhuma etapa do desenvolvimento dos projetos de inovação e deve ser checada a cada dia de trabalho, para que a equipe não perca o direcionamento correto;

5. Convença o board: com o apoio do alto comando corporativo as ações de inovação serão mais aceitas nas esferas mais baixas da pirâmide organizacional. Mostre, principalmente ao CFO e CEO, as vantagens que a incorporação dessa nova cultura poderá trazer aos resultados do negócio e, certamente, receberá todo o aval necessário para implementá-la.