FPL DEBATE SOBRE REDES EMPRESARIAIS

Encontro que congrega todos os núcleos da Instituição conversa sobre grande tendência de mercado que gera competitividade às organizações.

Aliar-se para produzir riqueza. Embora pareça um desafio, as empresas que apostarem nesta grande tendência ganharão mercado. Com essa tônica, a FPL debateu sobre “Redes Empresariais e Competitividade” no XV Encontro Regional Gestão & Tecnologia realizado de 20 a 23 de maio.

O Café de Negócios, nesta edição integrado ao Evento, trouxe a tônica com o tema “Alinhamento Estratégico e Cooperação entre Empresas para Geração de Riqueza” com os professores José Antônio Sousa Neto e Reginaldo de Jesus Carvalho Lima, do Mestrado Profissional em Administração. O Café de Negócios foi realizado na manhã de quarta-feira, dia 20 de maio, no Auditório Chico Xavier, no Hotel Tupyguá Brasil, parceiro da Instituição junto com o Adelso Gourmet.

“Desenvolvimento de Redes Empresariais: Inteligência e Competitividade” foi o assunto da abertura oficial do Encontro Regional Gestão & Tecnologia, no Auditório Juscelino Kubischek, na Cidade Administrativa do Governo de Minas Gerais, com a conferência de Rosália Paraíso Matta de Paula, que é sócio-fundadora e membro do Conselho Direitor da Documentar, Vice-presidente de BPM e ECM da Sucesu-MG e Diretora da Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa.

Na noite de quinta-feira, dia 21 de maio, duas conferências trouxeram, simultaneamente, outras nuances sobre redes empresariais. No Auditório do Sinticomex, Ricardo Dias Pimenta explanou sobre “A Construção dos Resultados Empresariais”. O conferencista é mestre em Administração e atuou como executivo na Fundação Dom Cabral, Mendes Jr. E Grupo MenMendes.

Já no Auditório do Senai, Júlio Cezar de Andrade Miranda, que é Comunicador Social, Diretor da MirandaConsult, do Conselho de Presidentes e Conselho de Gestores, conversou sobre o “Desenvolvimento de redes empresariais e a importância crescente da mudança organizacional como elemento de competitividade”.

Na sexta-feira, dia 22 de maio, pela manhã, Professor Reginaldo Lima, do Mestrado Profissional em Administração, desenvolveu, na FPL, com os alunos da Escola de Formação Gerencial, o workshop “Desenvolvimento de Redes Empresariais: Estratégia, Processos e Pessoas”.

Com 14 diversificadas atividades na noite de sexta-feira, na FPL, a Comunidade Acadêmica e também a Sociedade conheceram desde redes de relacionamento no contexto do desenvolvimento social passando por inteligência competitiva em centrais de negócios até a economia colaborativa e o conflito de gerações.

Ainda na noite de sexta-feira, a FPL promoveu a primeira edição do Encontro de Autores, que movimentou a Instituição. Em um momento informal, os professores autores de livros (Amauri César Alves, André de Abreu Costa, Betzaida Mata Machado, Charley Teixeira Chaves, Fabrício Veiga Costa, Fernando Antônio Amoni e Jamine Bredam) conversaram com a Comunidade Acadêmica e convidados sobre suas obras. O Professor José Edson Lara, editor da Gestão & Tecnologia, também apresentou detalhes da Revista Científica.

Durante todo o sábado, o tema “Redes Empresariais e Competitividade” foi debatido em profundidade com o Mestrado Profissional em Administração, na FPL. Coordenados pelo Professor José Antônio de Sousa Neto, os professores, consultores e pesquisadores Anderson Mota e João Paulo Lara de Siqueira (Uninove) explanaram sobre “Alinhamento Estratégico e Cooperação para a Governança em Redes de Empresas” e “Clusters e Redes de Negócios: uma nova visão para a gestão de negócios”. Direcionamento estratégico, mentalidade para parceria e a necessidade de governança estão entre os alicerces detalhados pelos conferencistas.

Fonte: www.fpl.edu.br

6 dicas para organizar o seu local de trabalho

Identificar as fontes de bagunça e diminuir a quantidade de papéis são algumas das dicas

mulher, empresária, empreendedora, home office, (Foto: ThinkStock)

Quanto maior o número de coisas que eu faço, mais “concorrida” fica a minha mesa. São revistas, livros, papéis, correspondências, canetas, calendário. Ai de quem tirar do lugar os papeizinhos em que eu anoto o que eu preciso lembrar e fazer. Imagino que, comempreendedores, a situação seja parecida – ou pior, já que eles têm de organizar a gestão da empresa e acumular funções que poderiam muito bem ser distribuídas entre uma equipe inteira.

Pensando nessa necessidade de organização, a revista Inc. fez um pequeno guia para ajudar o empreendedor a colocar ordem no seu espaço de trabalho e aumentar aprodutividade. Confira algumas das dicas.

1. Papel. A maneira como você nomeia seus arquivos pode melhorar muito a organização de seus documentos físicos e digitais. A recomendação é dar nomes que indiquem qual é a versão do documento (se é um rascunho, por exemplo). Esses nomes também devem ser mantidos em todas as versões do documento. Deixar a data visível também é benéfico.

2. Material. No afã de começar a organização, muitos vão direto à papelaria para adquirir mais pastas, grampeadores, caixas etc., sem ver o que é realmente necessário. Antes de fazer isso, reúna o que você já tem e determine a importância de cada objeto na sua organização.

3. Documentos eletrônicos. É impossível manter um escritório totalmente digital, sem papel. Mas é possível diminuir a quantidade de papéis no seu local de trabalho, mantendo a maior quantidade possível de documentos no computador.

4. Espaço. Uma maneira de ordenar objetos é definir locais por áreas da empresa. Por exemplo: os documentos e objetos da área de finanças ficam em um canto; os de vendas, em outro. Se você nota que não tem ido muito ao canto de finanças, pode ser que esteja negligenciando essa área da sua empresa.

5. Gestão do tempo. Um truque útil para gerenciar o tempo é distinguir os eventos das tarefas do dia a dia. Um evento precisa acontecer em um momento específico, enquanto as tarefas cotidianas, como o retorno de uma ligação, podem ser resolvidas de maneira mais flexível.

6. Verifique as fontes de bagunça. Algumas pessoas têm muitos papéis e coisas no escritório, mas conseguem encontrar o que precisam em um instante. Mas, se você está perdido em muitos papéis, é bom organizar – pelo menos um pouco – da bagunça. Uma boa maneira de fazer isso é transformar cada papel em um item de ação na sua agenda. Por exemplo: se você coletou uma pilha de cartões de visita depois de um evento, transforme-a em uma lista de pessoas com quem você deve fazer contato.

 

Fonte: revistapegn.globo.com

Você (realmente) sabe o que é performance?

Fonte: www.tiespecialistas.com.br

Figura - Você (realmente) sabe o que é performance?

Em tempos de crise e, principalmente de mercados tão competitivos, muito se fala de resultado e performance. Agências de publicidade tradicionais e principalmente digitais de pequeno, médio e grande portes já absorveram o uso frequente destas palavras e as aplicam em todo e qualquer tipo de debate empresarial. Defendem com unhas e dentes, diante de seus clientes e do mercado, a importância de agir e reagir com performance e resultado.

Desta forma, o famoso ROI virou o “REI”. E, como a história conta, o Rei é quem manda e, para ele, o que importa são os fins e não os meios, afinal, o momento que vivemos exige isso, certo? Errado! Em um cenário onde a informação, como matéria-prima, está cada vez mais abundante, o primeiro erro que se comete é confundir performance com resultado.

Na arte, a performance seria atuar com perfeição transmitindo sentimentos e emoções e seus resultados seriam aplausos e bilheterias cheias. Já no esporte, a performance seria a união da execução de movimentos e técnicas perfeitas com a força física e os resultados seriam medalhas e recordes. Desta forma, performance se torna indiscutivelmente a representação dos meios e os resultados seguem como os fins. A melhor representação de performance, no entanto, quando nos referimos a empresas e negócios é a de máquinas e motores, onde a performance representa, através do funcionamento de cada um de seus componentes em conjunto, a capacidade de alcançar o resultado ou objetivo desejado da forma mais eficiente e menos desgastante possível.

Embora existam no mercado publicitário muitos conceitos, teorias e técnicas circulando, a sensação que se tem é a de que as agências e seus clientes estão atribuindo valor às estratégias digitais através da procura por representações mirabolantes para uma questão extremamente básica, como se para alcançar resultados grandiosos ou desafiadores fosse necessário reinventar a roda ou criar soluções super complexas.

Performance é muito mais simples do que isso, é uma prática diária, uma metodologia que prevê a realização minuciosa de atividades estratégicas definidas a partir de informação e gerando muito mais informação. Nesse sentido, as estratégias digitais têm se destacado através dos 3 V’s do Big DataVolume, Variedade e Velocidade. No entanto, performance não se resume a execução perfeita das atividades – o nome disso é processo. Performance é a forma como se enxerga a atividade, os impactos dela no ambiente no qual ela foi aplicada e principalmente de que forma estes impactos realimentarão a estratégia.

A performance na condução da estratégia exige uma mudança na forma de olhar as ações e precisa estar inserida na filosofia de trabalho, não é uma simples receita a ser executada. É como no futebol: um zagueiro, por melhor que ele seja, jamais irá olhar a bola da mesma forma que um atacante. A visão por trás daquele objeto é completamente distinta. Um zagueiro possui fundamentos bem definidos, cada ação gera uma reação intimamente ligada ao objetivo maior. No mesmo campo, o atacante simplesmente joga, faz a parte dele, não foi ensinado nem programado, ele apenas reage aos estímulos considerando cada jogada como um evento isolado e, a partir do histórico acumulado por ele, tomará sua decisão sobre como agir.

Respeitando as devidas posições, somente o zagueiro pode garantir o empate, mas também somente o atacante pode conquistar a vitória. Isso não quer dizer que uma empresa que não possui a abordagem de performance não possa assumir essa posição. Quer dizer apenas que ela deve deixar de olhar o jogo como zagueiro e passar a olhar como atacante, mudando assim sua postura e posição no campo.

Portanto, performance apesar de sua simplicidade, vai muito além da obtenção de resultados objetivamente. Está profundamente ligada à forma de ver e conduzir os processos e atividades. Sendo assim, performance não torna o resultado menos importante. Ela torna ele mais fácil.  Por outro lado, não adianta que as agências carreguem esse conceito apenas como argumento de venda ou mantenham toda metodologia de performance só com ela. É fundamental que essa metodologia seja compreendida e aceita pelos seus clientes de forma profunda para que seja realizada com sucesso.

 

A regra 10-20-30 para apresentações de sucesso

Fonte: revistapegn.globo.com

Vender bem uma ideia é um desafio para qualquer empreendedor. Saiba como se preparar para isso

Não faça ninguém dormir: 10 slides é um bom número para uma apresentação (Foto: Reprodução)

Você é do tipo que sua frio e passa noites em claro se precisa encarar uma apresentação em público? Saiba que não está sozinho.

Vender bem uma ideia é um desafio permanente para qualquer empreendedor, ainda mais quando se está em busca de recursos financeiros para tirar um projeto do papel.

Uma das máximas é a regra 10-20-30 de Guy Kawasaki, que já foi colaborador e “chefe evangelizador” da Apple (uma espécie de missionário da marca). Hoje, ele dirige um fundo de venture capital – o Garage Technology Ventures – e está acostumado a ver muitas apresentações ruins.

Em um post muito engraçado em seu blog “How to Change the World”, ele explica que chegou a essa regra depois de ouvir centenas de apresentações de startups em busca de capital – e se entediar muito com isso. A fórmula é simples:

10 slides – Para Kawasaki, 10 é um excelente número de slides para uma apresentação em PowerPoint. A explicação dele é que um ser humano normal não consegue compreender mais de dez conceitos diferentes em um só encontro. “Se você precisa de mais de dez slides para apresentar seu negócio, você provavelmente não tem um negócio”, diz. Ele também lista os dez tópicos que um investidor de venture capital leva em conta em uma apresentação:

1. O problema
2. Qual a solução
3. Qual o modelo de negócios
4. Valorize a mágica/tecnologia
5. Marketing e vendas
6. Competição
7. Equipe
8. Projeções e conquistas
9. Status atual e cronologia
10. Recapitule e chame para a ação

20 minutos – Você deve apresentar os 10 slides em 20 minutos. Kawazaki recomenda o tempo reduzido para aproveitar os 40 minutos restantes para discussão e dúvidas – isso se não houver nenhum problema técnico para colocar a apresentação no Data Show ou se os investidores não tiverem de sair mais cedo, além de terem chegado atrasados.

30 pontos – Use uma fonte grande – tamanho 30 – nos slides. A experiência de Kawazaki é que a maioria prefere usar uma letra menor para poder acumular mais informações em cada tela. Na opinião dele, isso não funciona. “A maioria das apresentações que eu vejo estão com um texto de tamanho 10. O máximo de texto possível é colocado em um slide, e então o apresentador lê o que está escrito. No entanto, assim que a audiência percebe que você está lendo, ela avança na sua frente, já que consegue fazer isso mais rápido do que você fala. O resultado é que o palestrante e o espectador ficam sem sincronia”, diz.

Neste vídeo, ele explica com as próprias palavras (em inglês) a regra 10-20-30.

Abertas as inscrições para o 13º CertForum

Já estão abertas as inscrições para a etapa Belo Horizonte do 13º CertForum – Fórum de Certificação Digital, mais importante evento sobre certificação digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. A inscrição para o evento, que será realizado no dia 18 de junho, é gratuita e deve ser realizada no site do CertForum.

O certificado digital ICP-Brasil é uma ferramenta que garante praticidade e segurança às transações feitas via internet. Por isso, o CertForum tornou-se um importante espaço para apresentar as boas iniciativas, reunir público qualificado para debates e propor novas parcerias para o setor.

Neste ano, os participantes terão a oportunidade de assistir palestras e participar de mesas temáticas sobre certificação digital ICP-Brasil, além de encontrar amplo espaço para troca de ideias, um dos momentos mais ricos do evento. Em breve divulgaremos a grade completa de palestrantes do 13ª CertForum – Etapa Belo Horizonte no sítio do evento –http://certforum.iti.gov.br/

Faça já sua inscrição: Inscrição 13º CertForum – Etapa Belo Horizonte 

Serviço – 13º CertForum – Etapa CertForum

Data: 18 de junho

Local: SESC – Rua Tupinambás 956 – Centro – Belo Horizonte

Contato: Assessoria de Comunicação – ASCOM/ITI

E-mail: comunicacao@iti.gov.br

Telefone: 55 (61) 3424-3892

FPL Promove Gestão & Tecnologia

FLP

Instituição realiza Evento que congrega comunidade acadêmica e sociedade para conversar sobre redes empresariais e competitividade

Reflexão conjunta na busca de soluções comuns para a geração de riqueza. Intercâmbio inteligente de boas práticas e estratégias que podem ser compartilhadas. Com esse enfoque, a FPL promove o XV Encontro Regional Gestão & Tecnologia.

Realizado de 20 a 23 de maio, o Evento reúne a comunidade acadêmica e empresarial para discutir, sob os diversos ângulos, a organização de redes empresariais focada na busca de resultados sustentáveis advindos do aumento da competitividade.

Conferências, palestras, oficinas, minicursos e mesas-redondas orientarão esse debate. Na noite de quarta-feira, 20, às 19h30, no Auditório Juscelino Kubitschek, na Cidade Administrativa do Governo de Minas Gerais, a sócia-fundadora e membro do Conselho Diretor da Documentar, Rosária Paraíso Matta de Paula, explana sobre “Desenvolvimento de Redes Empresariais: Inteligência e Competitividade”.

Na noite de quinta-feira, 21, o executivo Ricardo Dias Pimenta conversa, no Auditório do Sinticomex, sobre “A Construção dos Resultados Empresariais”. Também às 19h30, mas no Auditório do Senai, Júlio Miranda, Diretor da Miranda Consult e do Conselho de Presidentes e Conselho de Gestores fala sobre “Desenvolvimento de Redes Empresariais e a Importância Crescente da Mudança Organizacional como Elemento de Competitividade”.

Variados workshops, palestras e minicursos ministrados por profissionais de mercado com experiência em redes empresariais integram a programação da noite de sexta-feira, dia 22, que será realizada na FPL.

No sábado, dia 23, de 8h30 às 17h, serão desenvolvidas, na Instituição, múltiplas atividades integradas ao Mestrado Profissional em Administração, como a palestra “Clusters e Redes de Negócio: uma nova visão para a gestão dos negócios”, ministrada pelo Professor Dr. João Lara de Siqueira, do Mestrado da Uninove (São Paulo).

As inscrições são gratuitas e já estão abertas no Site da FPL. Em anexo, envio a programação completa do Evento. Informações: 3686-1461 ou fpl@fpl.edu.br (Assessoria de Comunicação e Relações com o Mercado).

 

10 PREVISÕES QUE BILL GATES FEZ EM 1999 E ACERTOU EM CHEIO

“AS PESSOAS VÃO CARREGAR PEQUENOS DISPOSITIVOS QUE LHES PERMITIRÃO FICAR CONSTANTEMENTE EM CONTATO”, ESCREVEU O EMPRESÁRIO 16 ANOS ATRÁS

Se há 16 anos pedissem para você imaginar como seria o mundo hoje, acha que teria acertado? Muito antes de conhercemos a internet móvel, o pagamento online e as redes socias, Bill Gates conseguiu prever que essas tecnologias existiriam. Em 1999, o bilionário fundador da Microsoft publicou um livro intitulado “A empresa na velocidade do pensamento” (Companhia das Letras). Nele, fez previsões ousadas para a época. O site Business Insider selecionou as apostas mais assustadoramente precisas.

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Sites de comparação de preço. “Serão criados serviços para comparar preços automaticamente, permitindo que as pessoas vejam os valores de vários sites, deixando muito mais fácil encontrar o produto mais barato”, escreveu Gates. Hoje, é simples procurar qualquer item no Google, Amazon, Submarino ou Buscapé e conseguir os preços na hora.

Dispositivos móveis. “As pessoas vão carregar pequenos dispositivos que lhes permitirão ficar constantemente em contato e fazer negócios eletrônicos a partir de onde quer que estejam. Elas serão capazes de checar as notícias, ver voos que tenham reservado, obter informações dos mercados financeiros e fazer praticamente tudo com esses dispositivos”, afirmou o empresário. Chega a ser assustador o quanto ele acertou — fazemos tudo com os smartphones.

Pagamentos imediatos e cuidados com a saúde por meio da web. “As pessoas vão pagar suas contas, cuidar de suas finanças e se comunicar com seus médicos por meio da internet”, diz o livro. A tecnologia ainda não transformou tanto a relação das pessoas com seus médicos — as consultas presencias continuam favoritas. Mas o agendamento ficou muito mais fácil. E agora você, além de pagar quase todas as suas contas online, pode fazer qualquer transação bancária no site do seu banco.

Assistentes pessoais e Internet das Coisas. “‘Companheiros pessoais’ serão desenvolvidos. Eles vão ligar e sincronizar todos os seus dispositivos de forma inteligente, em casa ou no escritório, e permitir a troca de dados. O dispositivo irá verificar seu e-mail ou notificações e apresentar as informações que você precisa saber.” O Google Now, assistente pessoal para dispositivos Android, caminha nessa direção.

Monitoramento online da sua casa.“Exibição de vídeo constante vai se tornar comum, assim você ficará sabendo quando alguém for visitá-lo enquanto não estiver em casa.” Hoje, você pode acompanhar do celular o que acontece com seus filhos ou cachorro dentro da sua casa.

Redes sociais. “Sites privados para seus amigos e familiares serão comuns, o que lhe permitirá conversar e planejar eventos.” Atualmente, não existe exemplo melhor do que o Facebook.

Ofertas promocionais automáticas. “Um software saberá quando você reservou uma viagem e usará essa informação para sugerir atividades no seu destino. Sugerirá atividades, descontos, ofertas e preços mais baratos para todas as coisas de que você deseja participar”, escreveu Gates. Pode reparar: logo após você buscar produtos de uma marca, viagens ou curso no Google, receberá anúncios relacionados àquilo no Facebook.

Sites de discussão de esportes ao vivo. “Enquanto estiver assistindo a uma competição esportiva na televisão, serviços permitirão que você discuta o que está acontecendo ao vivo e vote em quem você acha que vai ganhar.” É basicamente a tarefa do Twitter durante os jogos.

Recrutamento online. “As pessoas à procura de trabalho serão capazes de encontrar oportunidades de emprego online, declarando seu interesse, necessidades e habilidades”, dizia Gates. Hoje, sites como o LinkedIn permitem aos usuários enviar seus currículos, criar laços e e encontrar empregos com base nas suas habilidades.

Links para sites na TV. “A transmissão da TV vai incluir links para sites e conteúdos relevantes que complementam o que você está assistindo.” Hoje, os programas estimulam os usuários a visitar suas páginas na internet e incentivam o uso de hashtags para engajar o público nas redes socias.

 

Fonte: Época Notícias

5 dicas para ser uma pessoa mais positiva

Está estressado? Pare um minuto e invista nestas dicas para ser uma pessoa mais positiva

A correria do dia a dia costuma consumir a energia dos empreendedores. O cansaço e a pressão acabam deixando-os nervosos, estressados e negativos. Se este é o seu caso, pare um minuto e invista nestas dicas para ser uma pessoa mais positiva. As sugestões foram dadas por Michael Jacobs, palestrante e coach, em um artigo para a Entrepreneur.

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1. Seja grato

Gratidão. Esta é a chave para começar a ser mais positivo. Agradeça as pessoas ao seu redor e espalhe essa atitude na sua equipe. Demonstrar gratidão ajuda a ser mais positivo.

2. Seja generoso

Muitas vezes, as pessoas ficam negativas quando só enxergam seus próprios problemas. Por isso, compartilhe seu conhecimento com quem está ao redor. Um pequeno gesto já pode aliviar essa negatividade.

3. Controle a respiração

Inspire e expire. O exercício diário de prestar atenção nos movimentos da respiração ajuda a acalmar a mente e contornar as emoções negativas. Pense nisso quando estiver em uma situação estressante.

4. Visualize o sucesso

Imaginar que as coisas vão dar certo pode parecer conselho de autoajuda, mas realmente é um caminho para ser mais positivo. Imagine-se conseguindo seu objetivo e invista em ações que realmente ajudem a chegar lá.

5. Medite

Assim como a respiração, a meditação é uma das melhores formas para ser mais positivo. Escolha um local calmo, desligue-se de tudo e dedique algum tempo a relaxar a mente.

Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios

5 princípios fundamentais da virtualização

A empresa que não souber identificar eventuais fraquezas vai perder a capacidade de colher benefícios da infraestrutura virtual, limitando o sucesso das migrações

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Os conceitos tecnológicos da virtualização e da computação em nuvem fizeram com que as questões de gerenciamento de serviços se tornassem tão importantes para os departamentos de TI quanto a própria tecnologia. No pacote, vem o envolvimento mais estreito com as aplicações e as unidades de negócios que trabalham com a infraestrutura.

Segundo o analista da Forrester James Staten, se a virtualização tivesse parado em alguns servidores, a pressão para reorganizar a empresa teria acabado assim que alguns poucos administradores de sistemas tivessem aprendido a trabalhar com mais de um departamento ao mesmo tempo, além de gerenciar servidores virtuais.

Mas não parou. O mundo virtual é muito mais dinâmico que o físico e cruza várias fronteiras organizacionais tradicionais. “Sem repensar a estrutura organizacional e alinhá-la a uma infraestrutura virtual, a empresa não consegue se manter no compasso da tecnologia”, avalia o vice-presidente de pesquisa do Gartner Chris Wolf.

As lacunas podem passar despercebidas em um primeiro momento, acobertadas pelo aumento da eficiência técnica e do retorno sobre   investimento (ROI) que as empresas adquirem logo no começo. Mas à medida que mais servidores são virtualizados, a empresa que não souber identificar eventuais fraquezas vai perder a capacidade de colher benefícios da infraestrutura virtual, limitando o sucesso das migrações.

Para evitar esse quadro, alguns princípios consistentes da gerência de infraestrutura virtual podem ser implementados para evitar problemas.

1 – Foco do gerenciamento deve ser ampliado
Parece uma dica simplista, mas a mudança de servidores físicos para virtuais também elimina os limites dos trabalhos dos administradores de sistemas. Dessa forma, os profissionais mudam seu foco da caixa física para todos os servidores virtuais, mesmo aqueles que estão em servidores físicos distantes. Isso inclui as atividades de balanceamento de carga, segurança ou todas as aplicações de uma unidade de negócios específicas que rodam em máquinas virtuais.

2 – Hierarquia reduzida e descrições dos trabalhos ampliados
A mesma dinâmica com a qual se distribui profissionais onde eles são mais necessários reduz a necessidade de diversas cargos entre administradores de sistemas de primeiro nível e o CIO. Gerentes regionais, que tinham ênfase geográfica, podem ser realocados em desenvolvimento de projetos mais inovadores, trabalhando em planejamento de capacidade de gestão de operações mais sofisticadas, diz a pesquisadora da Forrester, Rachel Dines.

Segundo Rachel, o planejamento de capacidade em um ambiente virtual implica avaliar a infraestrutura como um todo, exigindo um novo conjunto de habilidades. Também é importante para o projeto de virtualização e para o desempenho da TI como um todo ampliar as descrições dos cargos, colocando como pré-requisito não somente a capacidade de gerenciar hardware, mas de antecipar as necessidades das unidades de negócios.

3 – TI não deve se comportar como se fosse utility
Com a expansão de novos conceitos tecnológicos, os líderes de unidades de negócios se sentem tentados a pedir serviços de tecnologias de provedores externos sem passar pelo departamento da companhia. Com esse horizonte, o relacionamento estabelecido por TI tem que mudar.

De acordo com o diretor de marketing de produto da VMWare, Rob Smoot, para lidar com isso a área de TI deve ser comportar mais como uma área de serviços, suportando necessidades de negócios e permitindo a exploração de lojas de aplicativos e provisionamento dos próprios servidores.

Nesse contexto, o relacionamento representa mais e menos trabalho para TI; porque requer do departamento um diferente conjunto de regras e processo para permitir que os usuários finais façam mais coisas de forma autônoma, mantendo a proteção das informações que precisam ser protegidas e impedindo a canibalização da capacidade da empresa. “Isso também implica em aumentar a capacidade de observar o ambiente em tempo real para responder às demandas dentro de um processo mais maduro”, explica Smoot.

4 – Treinamento deve ganhar mais destaque que contratações
As mudanças organizacionais tendem a levar às empresas para contratações, mas as companhias que se posicionam melhor na área de virtualização optam por treinar as pessoas para as áreas mais críticas. Aqueles títulos que levam a palavra “arquiteto” são os mais críticos, pelas características de planejamento de capacidade, projeto e implementação, balanceamento de carga e conhecimento funcional das cargas de trabalho que rodam nos servidores virtuais.

Isso não quer dizer, no entanto, que as contratações devem ser descartadas. Em alguns casos, as necessidades das empresas são muito grandes para serem atendidas somente com treinamentos e a empresa precisa estudar o equilíbrio ideal entre as duas práticas.

5 – Automação é essencial
Segundo o vice-presidente e analista do Forrester, Frank Gillett, a automação e a maturidade de processos não são exatamente a mesma coisa, mas se sobrepõem de forma significativa. E a maioria das companhias não está pronta para realizar mudanças em larga escala para acomodar a virtualização, mesmo que acredite na tecnologia.

Para mudar o quadro, as empresas precisam automatizar a segurança, criar políticas de provisionamento automatizado e respeitar toda a camada de implementação de virtualização previstas nas melhores práticas. O próprio conceito de cloud, que prevê cobrança por capacidade utilizada,  depende de uma efetiva tecnologia de automação.